Sobre meninas com idade entre a infância e adolescência, e homens mais velhos.

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Há algumas semanas surgiu por ai um debate acalorado sobre meninas que relacionam– se com homens mais velhos. Lançar o questionamento sobre o assunto bastou para que houvesse um verdadeiro surto de mulheres defendendo com ferocidade que “Onde esta a liberdade de escolha?”, ou “só por que elas são adolescentes não tem direito a exercer sua sexualidade?” ou “Esta critica é moralista” ou “Pergunte a elas como elas se sentem!”.

Por trás deste protesto todo existe um pensamento enraizado, uma visão de como devem ser as coisas, um viés liberal. Todas as vezes que as feministas da esquerda levantam se para problematizar a sexualidade, são atacadas com todo tipo de acusação que as remeta a moralistas, como se tudo que as feministas da esquerda quisessem fosse impor regras sobre a sexualidade alheia. Mas não trata se de impor regras, não trata se de moralismo, trata se de fazer uma análise…

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Resposta de Mariana Dias ao texto de Marcos Sacramento sobre o Esquenta(antes de virar o que é agora)

Texto de Marcos sacramento: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-esquenta-de-regina-case-e-o-programa-mais-racista-da-tv/ (que na minha opinião, tem comentário racista como “temos que representar os pretos euroculturizados, apenas”)

Resposta:

Passo longe de ser uma telespectadora da globo, mais longe ainda de ser uma defensora da emissora… como diria uma amiga “odeio/detesto”

Entretanto, acho que o autor do texto se esqueceu de mencionar que em todos os programas “dela” (pq sim, eu desconecto da internet para ver o programa “dela”) existem entrevistas, depoimentos, reflexões sobre diversos temas. Sempre sob a perspectiva das desigualdades sociais/raciais que perpassam nossa sociedade. Pessoas bem sucedidas (brancas e negras) sempre tem voz na atração, mas sem a “neutralidade” que a maioria de veículos de comunicação tenta oferecer. O argumento de que a justiça é intrínseca ao sistema meritocrático é muito fraco. Quem acreditaria que uma pessoa bem sucedida no Brasil não teve um caminho mais difícil se pertencente a um dos grupos historicamente prejudicados (negros, pobres, mulheres, deficientes, homossexuais). A ideia de uma pretensa equidade é um belo tiro no pé. Não ressaltar as diferenças e as diferentes trajetórias que são condicionadas pelas injustiças sociais/culturais do Brasil só ajuda a reforçá-las (afinal, para que criar mecanismos para melhorar o que já está bom?). A democracia racial pode ser até um bom quadro analítico para entendermos pq no nosso país não existem conflitos violentos institucionalizados entre grupos minoritários. Mas certamente mascara as verdadeiras relações sociais, que se desenvolvem por baixo dos panos. Porque eu não tenho preconceito, mas o meu vizinho…

E por falar em preconceito, o programa acerta quando levanta a bandeira do “xô preconceito” e esse texto só me faz ter mais certeza disso. Como alguém pode criticar um programa de ser racista e conservador enquanto fala com tanto desprezo da cultura popular brasileira? Os meninos pintam o cabelo de amarelo e fazem a dança do passinho, mas poderiam estar estar pintando de preto e quebrando tudo ao som do rock’n’roll. Certamente os meninos que moram em seu condomínio se enquadram no segundo grupo. E pode ter certeza de que isso não se dá porque um padrão cultural é melhor do que o outro. Porque cá para nós, a gente sabe que isso não existe. O que existe é a glamourização de um em detrimento do outro. E é realmente admirável como, após ser exposta à cultura popular filtrada e legitimada pela mídia, a juventude burguesa se joga no funk.

Sobre as moças de short curto e cabelo nas pernas… aff.. seria uma conversa tão grande, né? A começar pelo machismo que exala de toda essa crítica, passando mais uma vez pela definição do que é chique (e da importância de se ser chique) e chegando ao ápice: as capas da Marie Claire e da Claudia. Gente, que absurdo! Um programa que não apresenta moças dignas de estamparem duas publicações que promovem um padrão de beleza irreal, abusam do photo shop e da ostentação material e o melhor: dão dicas valiosas de como conquistar seu homem, amarrar seu homem, dar orgasmos para seu homem, cozinhar para seu homem, ser bonita para seu homem…. Poxa… mas nem para colocar uma negra bem vestida e de cabelo esticado digna de uma capa dessas revistas. Mas espera um pouco. Quantas mulheres negras/pobres aparecem nas capas dessas revistas? Quantas mulheres negras/pobres são apresentadas como modelos de mulheres bem sucedidas e que agarram seus homens?

Será que o problema é do programa “dela” que não apresenta pessoas adaptadas ao padrão cultural legitimado ou a culpa é da mídia que só aceita um padrão (o da classe burguesa) como digno?

Falar de uma cultura da periferia já é uma violência, na medida em que homogeniza um universo de comportamentos e sistemas de crenças que são ricos e diversos. Mas ok, ainda que exista uma cultura da periferia, qual o problema de dar visibilidade a ela? Realmente gostaria de saber. Eu acredito que uma sociedade é mais saudável tanto quanto mais seus cidadãos estiverem expostos às diferentes realidades e entendam que essas realidades não devem ser estanques. As pessoas devem ter liberdade a transitar por onde bem entenderem, mas para que isso aconteça duas coisas são imprescindíveis: 1) a visibilização e legitimação de todas as formas de expressão e de existência e 2) o reconhecimento das barreiras construídas socialmente e que impedem a realização completa do ser.

E ao fim e ao cabo, bem acho que o que “ela” quer é fazer a feijoada de domingo na frente das câmeras. Sem muitas pretensões para além da diversão e da graninha no bolso.

Mariana Dias

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Uma reflexão sobre o linchamento do Guarujá

Se já estivesse em vigor a lei que inclui o estudo e a valorização da herança cultural africana nas escolas, talvez o linchamento não tivesse ocorrido. 

Não sou membro da Comissão de de Segurança Publica e de Combate ao Crime Organizado, mas, como deputado do PSOL – partido que apresentou à Procuradoria Geral da República uma representação contra a jornalista Rachel Sheherezade quando esta apoiou publicamente o linchamento como resposta à sensação de insegurança nas grandes cidades – e como parlamentar que recentemente aprovou requerimento na Comissão de Direitos Humanos e Minorias para discutir a situação da violência urbana no Rio de Janeiro, além de (e antes de qualquer coisa) como cidadão que se encontra estarrecido com os recentes casos de linchamento no país, não pude deixar de participar da audiência pública que nesta terça-feira à tarde debateu o tema “justiça com as próprias mãos”.

Um dos pontos que achei importante levantar em minha intervenção foi o de que, se não podemos tratar do racismo que hoje perpassa as relações sociais no Brasil sem levar em conta a escravidão que, por séculos, moveu a economia do Brasil; se não podemos caracterizar as elites de hoje sem pensarmos na aristocracia de outrora – e ambas têm a perspectiva dos privilégios e não do direito -, também não pormos tratar dos recentes linchamentos sem levar em conta nossa história mais recente.

As duas décadas da ditadura militar foram tempo suficiente para criar uma cultura na qual certas pessoas são desprovidas de dignidade a ponto de serem vítimas de um crime de lesa-humanidade como a tortura, que continua sendo praticada em delegacias, prisões e nas comunidades mais pobres onde a polícia tem uma presença maior ou onde vigoram estados paralelos como o tráfico e a milícia. Quando pensarmos no “justiçamento” hoje praticado no Brasil, não podemos nos esquecer no modelo de desenvolvimento implantado pela ditadura militar, que provocou migração de pessoas do campo para as grandes cidades, criando as grandes periferias urbanas e todos os problemas que elas enfrentam.

Em que pesem os avanços sociais inegáveis da chamada “era Lula”, o Estado ainda não pagou o débito em educação, saúde, moradia de qualidade, acesso à cultura e à justiça com esse contingente. Sobretudo o débito com a educação de qualidade, que, junto à cultura, tem papel central na construção da ‘vida com pensamento’ e do processo civilizatório. Podemos até ter massificado a educação, mas a qualidade da educação oferecida ainda é baixa. Só uma Educação de qualidade e um acesso amplo a equipamentos de cultura, esporte e lazer – algo a que a grande maioria da população não tem acesso – podem produzir a cultura do respeito à vida e à diversidade humanas.

Não se pode pensar nos linchamentos sem pensar em como a ausência do Estado permitiu, nas periferias, do início do anos 80 até os anos 90, a emergência dos chamados “embriões de Estado”: o narcotráfico e as milícias, que também promovem “justiçamento” à margem do Estado Democrático de Direito e no vácuo da legalidade.

O caldeirão cultural de violências decorrentes dessa negligência institucional também tem sua parcela de responsabilidade nesses atos de justiçamento.

Qualquer um de nós pode ser vítima de linchamento, mas, na prática, as pessoas mais pobres estão mais vulneráveis a ele porque, historicamente, foram alijadas de direitos e descartadas da comunidade de direitos por do ponto discursos que as desqualificam como humanos. Não há exclusão da comunidade de direito sem, antes, haver desqualificação das pessoas excluídas. Os telejornais e, antes, a mídia impressa desqualificam as populações mais pobres, associando-as à criminalidade e à violência urbana – o que justifica a presença apenas da polícia como braço do Estado nessas comunidades. Se estas pessoas são desqualificadas e expulsas da comunidades de direitos, a polícia, ainda que saindo dessa própria comunidade, não as respeitará como sujeitos. Isso fica muito claro quando lembramos dos casos Cláudia, arrastada em um carro da polícia, Amarildo, ambos ocorridos no estado do Rio de Janeiro.Nós, parlamentares, juramos proteger os princípios da Constituição Cidadã no dia da nossa posse. Mas, a despeito deste juramento, muitos colegas levantam as bandeiras “bandido bom é bandido morto” e “direitos humanos são direitos de bandidos” com uma desonestidade intelectual e falta de discernimento – e isso, de alguma forma, tem relação com os linchamentos.

Algo que não podemos desprezar no linchamento do Guarujá, por exemplo, é o fato de a vítima ter sido, antes, alvo de uma difamação nas redes sociais digitais que a transformara em sequestradora de crianças para sacrifício em rituais de “magia negra”. Ora, além de a expressão “magia negra” ter uma forte conotação racista, já que cunhada pelos colonizadores brancos e cristãos para designar as práticas religiosas dos negros escravos, hoje ela é confundida no senso comum com as próprias religiões de matriz africana, graças à difamação e perseguição que estas sofrem por parte de muitos pastores e obreiros neopentecostais em cultos e telecultos. Ou seja, está claro que os linchamentos têm relação com a promoção da ignorância e com a decorrente prática da intolerância.

Se o governo federal já tivesse, por meio de uma articulação entre Ministério da Educação e das secretarias de Promoção da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, implementado a Lei 10.639 (que inclui o estudo e a valorização da herança cultural africana no currículo escolar), talvez – talvez – o linchamento do Guarujá não tivesse ocorrido. Se os percentuais do orçamento para educação e a cultura fossem maiores que o atuais (pífios!) e empregados em políticas públicas de qualidade nos três níveis da federação, talvez um contigente maior soubesse distinguir uma difamação nas redes sociais de uma notícia apurada ou denúncia fundamentada e não saísse espancando pessoas por causa de boatos que despertam seus preconceitos.

Não quero dizer, com isso, que a culpa seja só do governo federal. Eu seria desonesto e injusto se o dissesse. Os governos estaduais e municipais também são culpados, sobretudo porque gangrenados por esquemas de corrupção que desviam os recursos da educação e da cultura para enriquecimento privado. Como expliquei acima, o poder Legislativo também tem sua parcela de culpa; parte da mídia também (uma grande parcela!) e, claro, o poder Judiciário, que ainda funciona de maneira seletiva e exclui os mais pobres do acesso à justiça e à mediação de conflitos.

Mas jamais nos esqueçamos de que governos, poderes, mídia e instruções são pessoas; e de que, em última instância, colocar-se contra “justiçamentos” e linchamentos é um questão individual. Que o defensor e praticante do linchamento consiga, num lampejo de lucidez, imaginar que, dado esse caldeirão de ignorância e ódio, a próxima vítima pode ser ele mesmo. E aí?

http://www.cartacapital.com.br/politica/ainda-os-linchamentos-3650.html

Por Jean Wyllys

O que nos une? O desejo sincero de ver um mundo onde todos tenham a consciência da verdadeira unidade… afinal, todos somos um.

Um mundo aonde solidariedade, respeito, igualdade, fraternidade, compaixão e caridade não façam parte de um dicionário utópico, mas sim da chama que move nossas ações no dia-a-dia. Um mundo onde todos saibam o significado da palavra empatia, mais ainda, que a tenha como uma de suas mais preciosas qualidades.

Um mundo aonde não enxerguemos a casca, o rótulo, o adjetivo aparente, mas sim as qualidades internas, as ações de bondade, as palavras de ternura. Um mundo onde não existirá negros, brancos, amarelos, gays, héteros, transexuais, evangélicos, católicos, ateus, espíritas, países do Norte ou do Sul, do Leste ou do Oeste, mas onde existam SERES HUMANOS, IRMÃOS, no contexto mais sublime da palavra.

O preconceito é uma prova de inferioridade. O combate ao preconceito é obrigação de todos!
Visite e curta: www.facebook.com/AcaoCidadaoDoBemCorrenteDoBem

 

Fontes:  Ação Cidadão do Bem – Corrente do Bem

Apenas um Saxofone – Lygia Fagundes Telles

Li-o hoje. Música de acompanhamento http://www.youtube.com/watch?v=115s3imRRHQ

Inocência do prazer.

Anoiteceu, faz frio, 44 anos e 5 meses, como passa rápido “Meu Deus”, eu sinto o frio circular que sai do assoalho e se infiltra no tapete, meu tapete é Persa, aliás, todos meus tapetes são Persas. Mas eu não sei o que esses bastardos fazem que não impedem que o frio se instale. Onde agora, onde?

 Eu poderia pedir que acendessem a lareira, mais eu mandei o copeiro ir embora, o copeiro, a arrumadeira, a cozinheira; TODOS RUA, um a um, uma corja que ri de mim pelas costas. Mas onde agora, onde?

 A lenha, em algum lugar da casa, mais acender a lareira, não é tão fácil como parece no cinema, o xinês ficava horas e horas assoprando e mexendo até acender e eu mal tenho forças para acender meu cigarro. Onde agora, onde?

 Eu desliguei o telefone da parede, peguei a garrafa de Whisky, estou sentada aqui a…

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O Estatuto do Nascituro como ele é

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Por Samantha Pistor

(Este texto é meramente informativo. É claro que eu acho que o estatuto deve ser combatido, mas precisamos saber o que estamos combatendo. Ainda, vai parecer que eu estou defendendo o estatuto como a salvação na terra. Não estou. Estou apenas me atendo aos fatos e tentando ser objetiva).

ImagemE eis que hoje foi aprovado pela Comissão de Finanças o Estatuto do Nascituro, ou como eu chamo carinhosamente, a anomalia jurídica.

E claro, como esta norma é mais retrógada que o Código Penal de 1940, houve muita manifestação nas redes sociais se manifestando contra o estatuto. Ainda bem, acho muito válido, fé na humanidade parcialmente restaurada.

O que tem me preocupado é que o texto tido como aprovado é muito, mas muito distinto da lei que efetivamente foi levada a votação e aprovada pela Comissão de Finanças.

Como todos sabem, o Estatuto do Feto é um projeto…

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Janta

Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor: o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade

Eu quis te convencer, mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor, o que há de vir
Pode ser a eternidade má
E ando em frente por sentir saudade

Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that I’m sad
I take my ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them forever

I can forget about myself
Trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I know you’ll stay with me cause I’ve surrender

Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar (I can forget about myself trying to be everybody else)
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá (I feel allright that we can go away)
Pode ser a eternidade má (And please my day)
Eu ando sempre pra sentir vontade (I’ll let you stay with me if you surrender).

Autoria: Camelo – Los Hermanos
Intérprete: Mallu Magalhães e Camelo

Old, but Gold – Garoto que diz ser trainee da SM deixa muitos EXOtics agitados

Um suposto trainee da SM Entertainment (na verdade, é o que ele diz ser mesmo. Foto acima) espalhou rumores sobre ambos EXO-K e EXO-M e gerou agitação entre muitos EXOtics! A seguir a lista sobre o que ele disse:

  • Antes do debut, Kai e Tao eram extremamente carentes em relação ao amor da família.
  • Tao é inseguro e é mais sensível. Brinca um pouco de fumar e beber, mas nada excessivo, não conta como vício. Ligeiramente rebelde quando jovem, é porque lhe falta o amor. Inocente, não mesmo, o pensamento ainda é considerado maduro.
  • A personalidade do líder do K (Suho). Eu diria, não se deixe enganar por sua aparência amável. Atualmente ele não é próximo de nenhum membro.
  • Kai é realmente popular. Um ponto bom: Ele é leal. Um ponto ruim: Um pouco arrogante. Muito possessivo. Eu diria que não são muitos no grupo que estão satisfeitos com isso. Teimoso, típico bad boy – Do tipo que as garotas gostam.
  • Chanyeol. Ele não é tão simples quanto parece. Muito inteligente. Ele sabe como usar sua aparência, usar sua jovialidade, usar os casais (OTP), sabe como atrair a atenção. Ele sabe do que ele precisa, sabe o tipo de personalidade que as fãs gostam e coisas do tipo. Ser trainee por tanto tempo não foi para nada.
  • Kai e Lay são amigos que podem ter conversas de coração para coração. Para o Lay, ter Tao por perto é como cuidar de um irmãozinho. Mas Lay gosta mais do Luhan.
  • Baekhyun. Realmente tem capacidade, correspondeu às expectativas, trabalha duro para ganhar fama. Não posso dizer que ele está muito bem com o Kai, mas não equivaleria ao ódio.
  • Kris mexeu levemente nos dentes, nada demais, ele realmente não foi submetido a cirurgia alguma, ele é realmente assim.
  • Sehun sobre o Luhan… Na verdade, ele também não quer que seja assim, mas ele realmente gosta do Luhan ao ponto de fugir do seu controle(uma paixão). Luhan cuida puramente de Sehun como um irmão, nada mais.
  • O EXO está prestes a participar de um novo drama.
  • Para aqueles que sabem falar mandarim, o EXO M sempre está secretamente na internet, cuidado com o que falam.
  • Lay é muito insistente sobre o café, quando está na loja de conveniência, ele certamente vai comprá-lo. E da próxima vez (para os fãs), não basta comprar-lhe apenas coisas aleatórias, dê frutas, ele definitivamente vai gostar.
  • Tao é normalmente muito honesto, não atua em shows. Seja lá o que sai de sua boca deve ser a verdade, então preste atenção.
  • Os cosméticos que o EXO K usa são de uma marca chamada Shill e eles gostam de roupas da H&M.
  • Tao, na verdade, só gosta de pandas para satisfazer os gostos do público em geral. Ele realmente gosta de eopardos. Ele não gosta tanto de pêssego, o que ele gosta é melancia amarela.
  • Lay com certeza encontrá isso aqui, com certeza está lendo fóruns no momento.
  • Eu diria que o Luhan gosta de coisas com cobras.
  • Xiumin não gosta de ficar em lugares fechados, preso (claustrofobia).
  • Kris tentou resolver o rubix cube secretamente durante muito tempo, mas o rubix cube tem algo contra ele.
  • Kai sabe um pouco de mandarim, eu diria que é o melhor do EXO K.
  • Quem disse que Tao é inferior, tenha cuidado.
  • EXO M, se reúnem à noite, diminuem as luzes, dançam um pouco de jazz e bebem um pouco.
  • Luhan não gosta do apelido de Marilyn Monroe. A masculinidade está fluindo em seu sangue, não fofura.
  • Xiumin, antes de dormir vai dizer que vai desligar as luzes, mas ele nunca faz isso.
  • O sorriso do Chen não se chama ‘sorriso’. É um ‘não importa se é uma coisa muito engraçada ou se ele entende, ele ainda vai sorrir’ sorriso. Simplificando, ele está sorrindo cegamente.
  • Correção, a comida que o Kris faz não pode ser considerada algo com gosto ruim, é apenas… pouco bonita.

Fonte:Tumblr
Trad:@SuHoBr
Adap + Opinião:Coole(@BecoKpop)