Pena de morte

A legalização da pena de morte no Brasil é uma discussão antiga. Religiosos e militantes dos direitos humanos – a maioria – são os que no geral impossibilitam a aceitação dessa prática. Por outro lado, alguns políticos e moradores de bairros marginalizados costumam torcer para que essa pena se torne legal(para mais informações, http://penademorteum.ec.cx/).

O argumento pró-vida predominante é o medo do réu ser inocente ou a privação de uma segunda chance que o ser humano merece. Por trás de ambos os discursos, há também a consequência anti-ética que esse ato gerará: punição da violência com a própria.

Em contrapartida, segundo os políticos de extrema direita e a polícia militar, teria menor custo punir por morte devido à super-lotação das cadeias e a despesa para manter um presidiário. Como a guerra, anular um provável infrator seria um mal necessário para esses estudiosos, pois sem sacrifícios de justos o mundo não teria metade da tecnologia que proporciona. Outras vitórias por exemplo a laicidade estatal implicou a morte de muitos, um dos relatos famosos a Idade Média.

O debate da aplicação da pena de morte no Brasil ocorre, pois são vidas que correrão riscos, e sacrifícios em prol de todos é perigoso, afinal mesmo que se prove o contrário, o réu pode ser inocente. Contudo, sem mortes diversas lutas não seriam ganhas, esta prática talvez continue a ser um mal necessário pelo melhoramento das gerações pospostas.

Autor: Cortez Hime
Proposta do tema: Redação discussiva com Tércia Juliana

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